domingo, 8 de janeiro de 2012

CONFRATERNIZAÇÃO DE POSSE

Após a palestra do Vinicius Louzada sobre "O futuro
do Espiritismo" e posse da nova Diretoria da FERGS
foi o momento de confraternização.
Vejam as fotos.....




Diretoria da FERGS



Encontro de Marilene e Helena



Posando



Equipe do Doutrinário


Colaboradores



Confraternizando


Confraternizando






Presidente e colaboradores



Marilene e Marlene




Marlene, Dairson, Helena e Jorge



Presidente e irmãos de Santa Maria



Presidente Elisabeth e esposo



Marilene e Claudete



Jardim "Conte Mais"



Vinicius, Helena e Elisabeth


































sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Hoje é Dia dos Santos Reis

Este texto sobre o Dia dos Santos Reis é de autoria do poeta e pesquisador Léo Ribeiro e poderá ser encontrado no seu blog: blog do Léo Ribeiro.





O flagrante acima foi colhido num dia 06 de janeiro, do ano de 1973, numa cantoria de Reis. Aparecem na foto Bruno Neher com o acordeom, Paixão Côrtes ao fundo, Elmo Neher com o violão e o cantor Leonardo com o tambor.



Histórico: Folia de Reis é um festejo de origem portuguesa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país. Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltasar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII. Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal.

Como se compõe e qual a função do Terno de Reis?

Segundo o folclorista Paixão Côrtes, é variável o número de participantes de um "terno" pois nem sempre os cantadores são também instrumentistas, e isto obriga a uma maior divisão de funções. No geral, não vai além de oito pessoas: o mestre ou guia e o ajudante de mestre; contra-mestre e ajudante de contra-mestre; o tipe; o tambor; o triângulo e a rabeca. O mestre, que é o diretor, deve não só ser um bom repentista como também um bom conhecedor da história do nascimento de Jesus, principalmente no que se refere à visita dos Reis Magos. É o mestre (em primeira voz) que inicia o canto acompanhado de seu ajudante (em segunda voz); o verso é então repetido pelo contra-mestre e seu ajudante, também em primeira e segunda voz, respectivamente. O tiple ou tipe ou ainda tipi, é ordinariamente uma criança que se encarrega de cantar as firmatas características do segundo e do quarto verso de cada estrofe ou somente deste último. Podem existir um ou dois tipes em cada terno. Sobre esta figura assim se expressou o folclorista Mário de Andrade: "A mim me parece que o quipe que 'faz o contracanto' é o mesmíssimo 'tiple', também 'tipe' pela nossa gente folclórica, palavra de terminologia musical espanhola que nomeia o soprano (se trata dum menino) muito generalizada nas cantorias brasileiras para indicar uma voz subalterna. Embora raro, encontramos o terno acompanhado de pau de fita, boizinho, bumba-meu-boi etc., então com suas representações coreográficas algo dramáticas, lembrando um rancho definido por Mário de Andrade. Aparecem também por vezes homens vestidos de mulheres, bem como os arcos de flores das "jardineiras", os cavalheiros, os porcos, caiteto, uma verdadeira bicharada.

Letra e música:

As estrofes de nossos ternos de Reis, são quadrinhas na maioria das vezes de feitura popular, heptasílabas que narram episódios referentes ao nascimento de Cristo. Podemos classificá-las como religiosas e profanas. As primeiras são aquelas que no seu conteúdo mantêm bem vivo o motivo cristão das comemorações da Bíblia. As profanas são as que fogem ao tema do ciclo natalino religioso. Mas antes desta narração encontram-se os versos de chegada ou de saudação, à porta da casa. Os versos compreendem vários ciclos: anterior ou véspera de 25, dia de Natal, de 25 à 1º do ano e de 1º de janeiro ao dia de Reis.

As estações são cantadas de acordo com o decorrer dos dias, e obedecem as seguintes principais frases: Chegada, Entrada, Louvação, Peditório, Agradecimento e Despedida.Cada terno tem mais ou menos decorado um número grande de versos, podendo no entanto "o mestre" acrescentar improvisos que a situação exigir.São numerosas as melodias existentes. Variam de região para região. Talvez os tipos de instrumentos musicais acompanhantes tenham contribuído para o surgimento dessas variedades. Em nossas pesquisas registramos inúmeras "toadas". As melodias geralmente apresentam duas partes distintas: uma bastante lenta, corresponde aos versos cantados; a outra somente tocada, no geral caracteriza-se por uma aceleração do ritmo.



A seguir damos um exemplo da maneira de como é "tirado" um verso pelos cantores:



Cantam: mestre e seu ajudante
Os três Reis por serem Santos
Os três Reis por serem Santos
Se puseram a caminhar


Repetem: contra-mestre e seu ajudante
Os três Reis por serem Santos
Os três Reis por serem Santos
Se puseram a caminhar


Cantam: mestre e seu ajudante
Procurando Jesus Cristo
Procurando Jesus Cristo
Em Belém foram encontrar

Repetem: contra-mestre e seu ajudante
Procurando Jesus Cristo
Procurando Jesus Cristo
Em Belém foram encontrar

Em outros ternos, porém, cantam os "reses" quadrinha por quadrinha; assim como as melodias, as maneiras de cantar são também distintas.
Geralmente eles terminam o verso bem "choroso", acrescentando "oi"...


Instrumentos:

Os instrumentos musicais que podem considerar como tradicionais são: viola, rabeca, gaita, violão, tambor ou caixa de triângulo.Comum outrora era a parceira da viola com a rabeca acrescida quase sempre de tambor ou triângulo. Na falta deste último um estribo de meia picaria é também usado.Atualmente a gaita tomou conta da parte musical, fazendo-se acompanhar do violão e não raro de pandeiro, chocalho e cavaquinho.


Visita:

Em traços gerais a visita dá-se da seguinte maneira: no terreiro da casa, o "terno" tendo a frente o "mestre" e o "ajudante", faz em verso de "saudação" ao dono da residência, solicitando permissão para cantarem e ao mesmo tempo justificando-se da sua chegada:


Chegada:


Agora mesmo chegamos
Na beira do seu terreiro
Para tocar e cantar
Licença peço primeiro


Entrada

Se o proprietário concorda — geralmente muito satisfeito e feliz — abre a porta, convidando o mestre e seus cantadores para passarem. Existe mesmo uma certa tradição que consiste em o proprietário aguardar alguns versos para no caso positivo de receber o terno, acender as luzes da casa.


Porta aberta, luz acesa
Sinal de muita alegria
Entra eu, entra meu terno
Entra toda a companhia

domingo, 1 de janeiro de 2012

2012

Etapa vencida, fim de ano.
Mas fica a esperança de dias melhores no ano que está chegando.
E agora, o que fazer?
É hora de agradecer a Deus o que ocorreu, vivenciou, experimentou. Agradecer as dores e alegrias, as coisas positivas e negativas. Tudo passou.
É hora de voltar os olhos para o novo, que começa amanhã.
Guarde bem as ocorrências alegre e tire lições dos sofrimentos, que também são úteis e não devem ser lembrados com desdém.
Foi-se o ano! Viva o ano que vem!
O ano se vai, mas deixa as boas experiências.
Do livro Paz todo dia de Lourival Lopes

domingo, 25 de dezembro de 2011

"Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé a nossa inspiração maior. É buscar nas pequeninas coisas, um grande motivo para ser feliz." Mário Quintana

sábado, 24 de dezembro de 2011

DÁDIVAS DE NATAL

Anunciado pelos profetas e aguardado com ansiedade na condição de Libertador e de Messias, o Seu foi um nascimento sublime e especial, assinalado pela simplicidade do berço de palha entre os animais domésticos e coroado pelos astros pulsantes no firmamento.
Nenhuma exaltação terrena característica dos momentos históricos, sinalizando-O como o Príncipe da paz ou o Excelente Filho de Deus.
A noite era fria, soprando ventos com suaves perfumes que se adentravam pela modesta gruta parcamente iluminada onde a Luz do Mundo iniciava o Seu périplo entre os homens.
Pode-se fizer que aquele foi o instante no qual se consumava o noivado ente os Céus e a Terra através do inigualável Amor.
Jesus mergulhou nas sombras do mundo e nunca mais a Sua claridade se apagou na memória dos tempos.
A raça orgulhosa desejava-O num dos seus palácios suntuoso, mas Ele preferiu o sólio da Natureza para homenagear o Pai Criador.
Pretendia-se cercá-lO de servos e de escravos, de bajuladores e áulicos, destacando-O entre todos os nascidos em Israel, de forma que a Sua grandeza pudesse ser reconhecida por todos os reinos de então. Ele, no entanto, optou pelo anonimato evitando servidores e protocolos, porque a Sua era a missão de amar e de compreender antes que ser compreendido e amado.
Os príncipes e os nobres quando chegavam à Terra eram homenageados pela ilusão do poder temporal, consagrados pela multidão e preparados para os ministérios que deveriam exercer, nem sempre com elevação e dignidade.
Com Jesus, tudo foi diferente. Não desejando qualquer destaque. Ele veio para q8ue todos tivessem vida em abundância, erguendo os caídos e orientando os desarvorados, socorrendo a plebe infeliz e participando do banquete dos sofrimentos dos miseráveis e excluídos pela presunção degradante da humanidade.
Não houve festas nem louvores, no entanto, superando todos os eventos dantes acontecidos, foram os anjos que O anunciaram e as luzes da imortalidade que clarearam a noite que se fez um festival de estrelas...
... E Ele veio como a esperança dos deserdados, a paz dos aflitos, a alegria dos desventurados, o amor dos abandonados...
Nunca mais voltariam a repetir-se aqueles dias.
Quase ninguém soube da Sua triunfal chegada à Terra, mas o mundo tomaria conhecimento do Seu retorno ao Pai, quando no testemunho da cruz e não O esqueceria...
Misturando-se aos infelizes durante o Seu missionato, Jesus tornou-se o traço de união ente os sofrimentos e Deus, ensinado pelo exemplo resignação e coragem, fé inabalável e devotamento ao bem, alegria de viver e permanente paz no coração.
Elegendo todos os seres humanos como Seus irmãos, renunciou aos vínculos da família convencional para inaugurar a universal, demonstrando que Seus pais, irmãos e irmãs são todos aqueles que fazem a vontade de Deus, sem nenhuma distinção.
A sua existência foi especial porque Ele transitou entre os poderosos sem tornar-se soberbo e os infelizes sem degradar-se, permanecendo o mesmo inefável Amor.
Eram tempos muito difíceis, como o são, de certo modo, todos os tempos de ignorância e de perversidade, de desrespeito às leis e injustiças pelos poderosos enganados, como ainda ocorre nestes dias...
Ele manteve-se, porém, irretocável, respeitando os códigos vigentes, mas não se permitindo apoiar a temeridade e a infâmia, a indignidade e a desconsideração a Deus, perseguido, na jovial, combatido e sempre irrepreensível.
A Sua grandeza perturbava os pigmeus que se atrelavam aos altos cargos e temiam perdê-los, enquanto Ele permanecia imbatível nos Seus objetivos de renovação dos seres humanos e da conquista do reino de Deus...
Nenhuma ameaça O assustava, poder terrestre algum O afligia...
Jesus foi um perseguido, que viveu fugindo de cidade a cidade, a fim de cumprir com a tarefa para a qual viera.
Os Espíritos do Mal não cessavam de incomodá-lO, inspirando os seus afins, em tentativas de dificultar-Lhe o ministério libertador.
Onde Ele parecesse logo surgiam os Seus opositores testando-Lhe a coragem e as forças morais, combatendo-O e tentando silenciá-lO.
Ele jamais os temeu, e os enfrentou quantas vezes se fizeram necessárias, evitando o combate total, porque não era ainda chegada a hora, o que ocorreria somente depois...
Toma Jesus por teu modelo e guia, seguindo-Lhe as pegadas inapagáveis na estrada dos tempos.
Renasceste com tarefa de adotá-Lo na mente e vivê-lO no coração.
Não tergiverses ante os testemunhos, tendo-O como exemplo.
Em qualquer circunstancias lembra-te dEle e imita-O.
Neste Natal, adota-O no teu comportamento e transforma os demais dias da tua atual existência num permanente hino de amor para com todas as criaturas, após lograres amar-te a ti mesmo.
Jesus te espera. Não te detenhas, amealhando as dádivas do Natal no imo do ser e experienciando a felicidade de conhecê-lO.
Joanna de Ângelis, do livro Dádivas do Natal.




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Programa: Vida: Desafios & Soluções



O PSIQUIATRA BRUNO PAZ MOSQUETEIRO E O COORDENADOR DO CRE 10 JOÃO ALESSANDRO MULLER estarão no próximo sábado, às 19h30min na TV urbana, no programa Vida Desafios e Soluções abordando a temática Suicídio.

CONFRATERNIZAÇÃO NA ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA

Confrades e Amigos da Estância da Poesia Crioula, participem com seus familiares da nossa Confraternização de Final de Ano
Dia: 17 de dezembro de 2011 - Sábado a partir das 11:30 hs
Local: Churrascaria Garcias - Av. Praia de Belas, 618 - Porto Alegre
Confirmar pelo telefone: 51.92019127
Após este evento, entraremos em recesso, retornando as atividades em 03/03/2012.
Atenciosamente.
Cândido Brasil
Presidente E.P.C.