quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

I CONCURSO DE CAUSO GAUCHESCO "APPARÍCIO SILVA RILLO"

A Estância da Poesia Crioula torna público que estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Causos Gauchescos APPARÍCIO SILVA RILLO, em homenagem ao grande escritor, poeta e contador de causos, APPARÍCIO SILVA RILLO, Sócio-Fundador desta entidade.
O seguinte regulamento normatiza o Concurso:
1) A partir desta data, até 15 de fevereiro de 2012 estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Causos Gauchescos “Apparício Silva Rillo”.
2) O tema do Concurso é livre, porém, deverá abordar a história, lendas, tradições, usos ou costumes do Rio Grande do Sul.
3) Os trabalhos apresentados deverão ser inéditos, na forma narrativa de causo gauchesco (galponeiro, campeiro, pulpeiro) no estilo consagrado pelo grande poeta gaúcho.
OBS: Não confundir causo com conto. Não será admitido o uso de termos chulos.
4) O trabalho apresentado deverá conter o título e pseudônimo do autor. Em separado deve ser enviado os dados pessoais, com endereço, telefone e e-mail para contato.
5) Cada autor poderá concorrer com até dois trabalhos.
6) Os trabalhos deverão ser encaminhados, em três cópias, até o dia 15 de fevereiro de 2012 para o seguinte e-mail: acandido@ghc.com.br ou endereço:
ESTÂNCIA DA POESIA CRIOULA - EPC
Rua Duque de Caxias, 1525 conj. 49/D
CEP: 90.010-283 - Porto Alegre - RS - BRASIL

7) Não será cobrado taxa de inscrição.
8) Os trabalhos serão julgados por comissão especializada indicada pela instituição promotora do concurso.
9) PREMIAÇÃO: Os trabalhos selecionados do 1º ao 5º lugar receberão diploma. Os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugares receberão Diploma e Troféu.
10) Os resultados serão proclamados e os prêmios conferidos em solenidade especial, em Porto Alegre, durante o mês de março de 2012, em local a ser definido.
Porto Alegre, 26 de novembro de 2011.

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Cândido Brasil,
Presidente E.P.C.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

VISITANDO DECOM FERGS


Durante a confraternização de posse da Diretoria
FERGS aproveitei para conhecer as novas instalações
do DECOM FERGS e conhecer os colaboradores.






































domingo, 8 de janeiro de 2012

A todos os fotógrafos


Hoje dia 08 de janeiro é o dia nacional do fotógrafo e da fotografia.
Parabéns.

Posse Nova Diretoria FERGS


Dia 08 de janeiro reuniram-se na sede da FERGS espíritas
representantes das Sociedades Espíritas da capital e do interior
para ouvir a palestra proferida pelo palestrante Vinicius Lousada
o tema foi "O futuro do Espiritismo". Vinicius falou que o Espiritismo
passou por seis períodos: curiosidade, filosófico, luta, religioso,
intermediário e o último período o atual é o de regeneração social.
Finalizando citou Erasto e sua máxima "Todos por um e um por todos".
Conclamando a todos a se unirem para o progresso geral.
Após Gabriel Salum leu a ata, passando a palavra para João Alessandro
Müller da Comissão Eleitoral para dar posse a Diretoria eleita.

Abertura das atividades


Vinicius e "O futuro do Espiritismo"





Público presente




Gabriel Salum e João Alessandro da Comissão Eleitoral




Posse Presidente Maria Elisabeth da S. Barbieri


Vice-Pres.Administrativo Lorenzo R. Neves


Vice-Presidente Unificação Léa Bos Duarte


Vice-Presidente Doutrinário: Rosi Helena P. Possebon



Presidente e vices-presidentes

CONFRATERNIZAÇÃO DE POSSE

Após a palestra do Vinicius Louzada sobre "O futuro
do Espiritismo" e posse da nova Diretoria da FERGS
foi o momento de confraternização.
Vejam as fotos.....




Diretoria da FERGS



Encontro de Marilene e Helena



Posando



Equipe do Doutrinário


Colaboradores



Confraternizando


Confraternizando






Presidente e colaboradores



Marilene e Marlene




Marlene, Dairson, Helena e Jorge



Presidente e irmãos de Santa Maria



Presidente Elisabeth e esposo



Marilene e Claudete



Jardim "Conte Mais"



Vinicius, Helena e Elisabeth


































sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Hoje é Dia dos Santos Reis

Este texto sobre o Dia dos Santos Reis é de autoria do poeta e pesquisador Léo Ribeiro e poderá ser encontrado no seu blog: blog do Léo Ribeiro.





O flagrante acima foi colhido num dia 06 de janeiro, do ano de 1973, numa cantoria de Reis. Aparecem na foto Bruno Neher com o acordeom, Paixão Côrtes ao fundo, Elmo Neher com o violão e o cantor Leonardo com o tambor.



Histórico: Folia de Reis é um festejo de origem portuguesa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país. Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltasar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII. Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal.

Como se compõe e qual a função do Terno de Reis?

Segundo o folclorista Paixão Côrtes, é variável o número de participantes de um "terno" pois nem sempre os cantadores são também instrumentistas, e isto obriga a uma maior divisão de funções. No geral, não vai além de oito pessoas: o mestre ou guia e o ajudante de mestre; contra-mestre e ajudante de contra-mestre; o tipe; o tambor; o triângulo e a rabeca. O mestre, que é o diretor, deve não só ser um bom repentista como também um bom conhecedor da história do nascimento de Jesus, principalmente no que se refere à visita dos Reis Magos. É o mestre (em primeira voz) que inicia o canto acompanhado de seu ajudante (em segunda voz); o verso é então repetido pelo contra-mestre e seu ajudante, também em primeira e segunda voz, respectivamente. O tiple ou tipe ou ainda tipi, é ordinariamente uma criança que se encarrega de cantar as firmatas características do segundo e do quarto verso de cada estrofe ou somente deste último. Podem existir um ou dois tipes em cada terno. Sobre esta figura assim se expressou o folclorista Mário de Andrade: "A mim me parece que o quipe que 'faz o contracanto' é o mesmíssimo 'tiple', também 'tipe' pela nossa gente folclórica, palavra de terminologia musical espanhola que nomeia o soprano (se trata dum menino) muito generalizada nas cantorias brasileiras para indicar uma voz subalterna. Embora raro, encontramos o terno acompanhado de pau de fita, boizinho, bumba-meu-boi etc., então com suas representações coreográficas algo dramáticas, lembrando um rancho definido por Mário de Andrade. Aparecem também por vezes homens vestidos de mulheres, bem como os arcos de flores das "jardineiras", os cavalheiros, os porcos, caiteto, uma verdadeira bicharada.

Letra e música:

As estrofes de nossos ternos de Reis, são quadrinhas na maioria das vezes de feitura popular, heptasílabas que narram episódios referentes ao nascimento de Cristo. Podemos classificá-las como religiosas e profanas. As primeiras são aquelas que no seu conteúdo mantêm bem vivo o motivo cristão das comemorações da Bíblia. As profanas são as que fogem ao tema do ciclo natalino religioso. Mas antes desta narração encontram-se os versos de chegada ou de saudação, à porta da casa. Os versos compreendem vários ciclos: anterior ou véspera de 25, dia de Natal, de 25 à 1º do ano e de 1º de janeiro ao dia de Reis.

As estações são cantadas de acordo com o decorrer dos dias, e obedecem as seguintes principais frases: Chegada, Entrada, Louvação, Peditório, Agradecimento e Despedida.Cada terno tem mais ou menos decorado um número grande de versos, podendo no entanto "o mestre" acrescentar improvisos que a situação exigir.São numerosas as melodias existentes. Variam de região para região. Talvez os tipos de instrumentos musicais acompanhantes tenham contribuído para o surgimento dessas variedades. Em nossas pesquisas registramos inúmeras "toadas". As melodias geralmente apresentam duas partes distintas: uma bastante lenta, corresponde aos versos cantados; a outra somente tocada, no geral caracteriza-se por uma aceleração do ritmo.



A seguir damos um exemplo da maneira de como é "tirado" um verso pelos cantores:



Cantam: mestre e seu ajudante
Os três Reis por serem Santos
Os três Reis por serem Santos
Se puseram a caminhar


Repetem: contra-mestre e seu ajudante
Os três Reis por serem Santos
Os três Reis por serem Santos
Se puseram a caminhar


Cantam: mestre e seu ajudante
Procurando Jesus Cristo
Procurando Jesus Cristo
Em Belém foram encontrar

Repetem: contra-mestre e seu ajudante
Procurando Jesus Cristo
Procurando Jesus Cristo
Em Belém foram encontrar

Em outros ternos, porém, cantam os "reses" quadrinha por quadrinha; assim como as melodias, as maneiras de cantar são também distintas.
Geralmente eles terminam o verso bem "choroso", acrescentando "oi"...


Instrumentos:

Os instrumentos musicais que podem considerar como tradicionais são: viola, rabeca, gaita, violão, tambor ou caixa de triângulo.Comum outrora era a parceira da viola com a rabeca acrescida quase sempre de tambor ou triângulo. Na falta deste último um estribo de meia picaria é também usado.Atualmente a gaita tomou conta da parte musical, fazendo-se acompanhar do violão e não raro de pandeiro, chocalho e cavaquinho.


Visita:

Em traços gerais a visita dá-se da seguinte maneira: no terreiro da casa, o "terno" tendo a frente o "mestre" e o "ajudante", faz em verso de "saudação" ao dono da residência, solicitando permissão para cantarem e ao mesmo tempo justificando-se da sua chegada:


Chegada:


Agora mesmo chegamos
Na beira do seu terreiro
Para tocar e cantar
Licença peço primeiro


Entrada

Se o proprietário concorda — geralmente muito satisfeito e feliz — abre a porta, convidando o mestre e seus cantadores para passarem. Existe mesmo uma certa tradição que consiste em o proprietário aguardar alguns versos para no caso positivo de receber o terno, acender as luzes da casa.


Porta aberta, luz acesa
Sinal de muita alegria
Entra eu, entra meu terno
Entra toda a companhia

domingo, 1 de janeiro de 2012

2012

Etapa vencida, fim de ano.
Mas fica a esperança de dias melhores no ano que está chegando.
E agora, o que fazer?
É hora de agradecer a Deus o que ocorreu, vivenciou, experimentou. Agradecer as dores e alegrias, as coisas positivas e negativas. Tudo passou.
É hora de voltar os olhos para o novo, que começa amanhã.
Guarde bem as ocorrências alegre e tire lições dos sofrimentos, que também são úteis e não devem ser lembrados com desdém.
Foi-se o ano! Viva o ano que vem!
O ano se vai, mas deixa as boas experiências.
Do livro Paz todo dia de Lourival Lopes